Sunday, March 15, 2015
(...) Desejei que a chuva que caía, fossem pétalas e sorrisos teus. Desejei o impossível,bem sei. Não, não estou louca, por pensar assim. Vou continuar a sentir nos pingos da chuva, os teus sorrisos, o sussurro da tua voz a dizer o que quero ouvir. Sabes, um dia dançaremos à chuva, sem sentir que ela molha, porque o amor que nos une será tão forte ,que nos protege de todos os vendavais. Nesse dia, existi-mos só para nós, e a chuva que agora nos separa ,cairá como as petalas, os sorrisos e as palavras de amor, há tanto tempo ansiadas...
Beijos
Alice
Friday, March 13, 2015
O MEU MAR
Longas caminhadas faço ao teu lado, meu mar.
O som das batidas na areia feito pelas tuas ondas, fazem-me sentir pequenina, e ao mesmo tempo acalma a minha alma , por vezes tão sofrida.
Tu, meu Mar, sabes segredos meus que nunca a ninguém contei... só a ti.
És fonte de inspiração para quem escreve, e eu humildemente te agradeço , por tantas vezes me dizeres ao ouvido o que eu preciso ouvir , para depois falar e também escrever...
(Alice)
Thursday, March 12, 2015
Wednesday, March 11, 2015
Tuesday, March 10, 2015
DEVANEIOS
(...) Os devaneios eram constantes naquela vida sem regra que ele levava. Fazia sofrer quem tanto dele gostava.Todos os conselhos, todas as promessas,caíam num saco roto, impossível de ser costurado. Os anos passavam, e com eles a idade fugia a largos passos. Bem lhe diziam que nada era eterno, só a vida desregrada que ele levava o acompanharia até ao fim dos seus dias. Naquela cama, sozinho, pensava e percebeu finalmente quão só estava à espera do fim (...)
(...) Os devaneios eram constantes naquela vida sem regra que ele levava. Fazia sofrer quem tanto dele gostava.Todos os conselhos, todas as promessas,caíam num saco roto, impossível de ser costurado. Os anos passavam, e com eles a idade fugia a largos passos. Bem lhe diziam que nada era eterno, só a vida desregrada que ele levava o acompanharia até ao fim dos seus dias. Naquela cama, sozinho, pensava e percebeu finalmente quão só estava à espera do fim (...)
Sunday, September 21, 2014
Olá amigas. Há quanto tempo não venho ao meu cantinho nem aos vossos.
Venho desejar-vos um feliz domingo e boa entrada no Outono.
Aqui estou eu, há dias, sentada nas escadas da Ópera de Paris, a ouvir um pianista.
Como sempre as pombinhas acompanham-me :)
Um grande xi- coração para todas, com muito carinho e amizade.
Wednesday, April 16, 2014
"CHUVA"
COMEÇOU A CHOVER,
APANHOU-ME DE SURPRESA.
ROUPA NO ESTENDAL,
CORRERIA PARA A APANHAR SECA...
CHEIRO BOM,
CHEIRO DE TERRA MOLHADA
LOGO À MINHA MEMÓRIA SALTOU,
A ÁFRICA QUE ME DEIXA FASCINADA!
SIM, EU SEI...
O CHEIRO NÃO É IGUAL,
E NEM A CHUVA NEM A TROVOADA...
SIM, EU SEI,
PODEM PASSAR MAIS QUARENTA ANOS,
QUE NUNCA ESQUECEREI...
(A.F.)
COMEÇOU A CHOVER,
APANHOU-ME DE SURPRESA.
ROUPA NO ESTENDAL,
CORRERIA PARA A APANHAR SECA...
CHEIRO BOM,
CHEIRO DE TERRA MOLHADA
LOGO À MINHA MEMÓRIA SALTOU,
A ÁFRICA QUE ME DEIXA FASCINADA!
SIM, EU SEI...
O CHEIRO NÃO É IGUAL,
E NEM A CHUVA NEM A TROVOADA...
SIM, EU SEI,
PODEM PASSAR MAIS QUARENTA ANOS,
QUE NUNCA ESQUECEREI...
(A.F.)
Thursday, March 27, 2014
REENCONTRO
Cabelos desgrenhados pelo vento,
Ela corria, já nem as pernas sentia.
A alegria do reencontro
Já deixara de ser tardia.
Quantos anos haviam passado?
Nenhum deles sabia bem...
Agora também não era importante!
Irmãos separados por longo tempo,
Sem nenhum ter pedido para tal,
Países e guerras de adultos
Das quais foram vitimas entre tantos...
Hoje, nem frio, nem vento,
Nem pedras grandes da calçada
Os ia impedir de se abraçarem,
Reconhecerem os traços físicos de ambos
Que pareciam esquecidos.
Um longo abraço
Molhado com lágrimas de alegria...
Agora sim!
Iam ficar juntos e recuperar
O que lhes foi roubado na infância.
Agora sim... ninguém lhes ia tirar
O estatuto de serem irmãos...
Ela corria, já nem as pernas sentia.
A alegria do reencontro
Já deixara de ser tardia.
Quantos anos haviam passado?
Nenhum deles sabia bem...
Agora também não era importante!
Irmãos separados por longo tempo,
Sem nenhum ter pedido para tal,
Países e guerras de adultos
Das quais foram vitimas entre tantos...
Hoje, nem frio, nem vento,
Nem pedras grandes da calçada
Os ia impedir de se abraçarem,
Reconhecerem os traços físicos de ambos
Que pareciam esquecidos.
Um longo abraço
Molhado com lágrimas de alegria...
Agora sim!
Iam ficar juntos e recuperar
O que lhes foi roubado na infância.
Agora sim... ninguém lhes ia tirar
O estatuto de serem irmãos...
Saturday, March 15, 2014
Monday, March 3, 2014
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