Thursday, June 30, 2016
Wednesday, June 22, 2016
NOS MEUS SONHOS
Nos meus sonhos, eu...
Oiço a tua respiração e o bater compassado do coração
Sinto o teu corpo e o calor que dele me chega
Sinto as tuas mão entrelaçadas nas minhas
Oiço a tua respiração e o bater compassado do coração
Sinto o teu corpo e o calor que dele me chega
Sinto as tuas mão entrelaçadas nas minhas
Nos meus sonhos, eu...
Aninho-me de encontro ao teu peito
Acaricio o teu cabelo e o teu rosto
Sinto mais fortemente as tuas mãos entrelaçadas nas minhas
Não me roubem os sonhos... são meus
Aninho-me de encontro ao teu peito
Acaricio o teu cabelo e o teu rosto
Sinto mais fortemente as tuas mãos entrelaçadas nas minhas
Não me roubem os sonhos... são meus
Só nos meus sonhos...
Eu sou tua e tu és meu!...
Eu sou tua e tu és meu!...
Maria Alice Ferreira, 22/06/2016
(Imagem da Net)
(Imagem da Net)
Wednesday, June 15, 2016
ELA
Chega muitas vezes, sem pré aviso...
outras tantas vezes, vai-se anunciando
com dor e sofrimento...
Chega pela calada da noite... em dias de chuva ou ensolarados...
apenas chega!
Lágrimas sentidas, beijos e abraços... vozes embargadas...
tudo isto, porque ELA chegou.
Deixa como marca, uma ferida que dói...
ELA tem nome... chamasse MORTE!...
Monday, May 23, 2016
VAZIO
VAZIO
Quantas vezes eu digo... tanto tenho no peito para extravasar... mas as palavras que eu quero não surgem ...
E, na vaga possibilidade de surgirem e ficarem expostas, para mais olhos as lerem, não seriam entendidas.
Que posso eu fazer? Nada!
Não as escrevo, guardo-as com um sentimento de dor, de vazio.Fecho a minha concha.
Deito o corpo cansado num qualquer tronco encontrado...
e, fico a olhar o céu azul,salpicado com flocos de nuvens,
e as minhas palavras, figuras nelas vou construindo.
...Há dias assim...vivemos no vazio do tempo...
(Maria Alice Ferreira, 23/05/2016)
(Imagem da Net)
(Imagem da Net)
Sunday, May 8, 2016
Saturday, April 30, 2016
Thursday, April 28, 2016
SAUDADE BOA
Saudade de ser criança...
saudade das amigas de outrora...
saudade dos sorrisos e olhares inocentes...
saudade de saltar à macaca, à corda...
saudade dos segredos ditos no meio de risos...
saudade da terra vermelha...
saudade das chuvas fortes seguidas de sol ardente...
saudade do cheiro da terra molhada...
saudade, saudade... de tudo...
saudade... de ser, novamente criança!
Saudade de ser criança...
saudade das amigas de outrora...
saudade dos sorrisos e olhares inocentes...
saudade de saltar à macaca, à corda...
saudade dos segredos ditos no meio de risos...
saudade da terra vermelha...
saudade das chuvas fortes seguidas de sol ardente...
saudade do cheiro da terra molhada...
saudade, saudade... de tudo...
saudade... de ser, novamente criança!
(alice ferreira, 28/04/2016)
(imagem da net)
(imagem da net)
Friday, April 22, 2016
O TEMPO
Não fui a tempo!
Mas... a tempo de quê?
De viver o que não vivi... de sorrir o que não sorri...
De sonhar o que não sonhei!
Paro! Olho para o lado e vejo-me no espelho do tempo!
Está lá o aviso do meu caminho... não posso parar!
É por ele que vou... sem medos!
Descubro que tenho tempo...
Para viver novos sonhos... de ir por ali ou por acolá!
De rir, brincar, como se uma menina ainda fosse!
Com ambas as mãos seguro o tempo... ainda vou a tempo!
(alice ferreira,22/042016)
(imagem da net)
Thursday, April 21, 2016
Era noite
De repente, a lua ofereceu um lugar para me sentar!
Não hesitei e aceitei a escada que ela desceu e, pela mesma, subi!
Estiquei os braços... e fiz cocegas nas estrelas mais próximas!
Acho que,agradecidas, sorriram e aumentam mais o seu brilho!
Mas o meu olhar não despregava de uma especial.
Ela percebeu o que eu queria e inclinou-se para que eu lhe chegasse.
Deliciada, vi o escorrer de um pó dourado que ela me ofertava para a minha caixa forrada de cetim!
Abri um largo sorriso e agradeci...a ela, às outras estrelas que comigo brincaram...e à feiticeira lua que descera a escada!
Descansei no dorso da lua e segredei-lhe segredos meus.
Adormeci...sim adormeci! De fadiga, de gratidão... e feliz!
alice ferreira, 21/04/2016
imagem da net
Monday, April 18, 2016
NADA SEI/SEI/SABEREI
Nada sei...o que será o hoje.
Nada sei...o que será o amanhã.
Mas:
Sei o que foi o ontem.
Sei que vivi e como vivi.
Sei que vi o sol muitas vezes.
Sei que vi a escuridão muitas mais.
Mas:
Saberei fechar o que não foi bom.
Saberei sorrir para a vida e, encontrar-me.
Saberei que os dias serão todos diferentes.
Saberei que ser feliz...tem um pouco de tudo e um pouco de nada!
Nada sei...o que será o amanhã.
Mas:
Sei o que foi o ontem.
Sei que vivi e como vivi.
Sei que vi o sol muitas vezes.
Sei que vi a escuridão muitas mais.
Mas:
Saberei fechar o que não foi bom.
Saberei sorrir para a vida e, encontrar-me.
Saberei que os dias serão todos diferentes.
Saberei que ser feliz...tem um pouco de tudo e um pouco de nada!
(alice ferreira, 18/04/2016)
(imagem da net)
(imagem da net)
Sunday, April 17, 2016
ÉS
És cristal,és vidro,és porcelana,és barro, és água ...
Seja o que for que escolhas ser
Serás sempre uma bela imagem.
Que dizem os outros?
Não é importante!...
Importante é teres corpo e alma para oferecer...
Seja o que for que escolhas ser
Serás sempre uma bela imagem.
Que dizem os outros?
Não é importante!...
Importante é teres corpo e alma para oferecer...
(Imagem do poeta amigo, Vítor Costeira)
Thursday, April 14, 2016
CORAÇÃO DE PAPEL
Como voava alto, o papagaio de papel!
Tinha a forma de um coração,que era o teu, o meu...
Eu olhava-o fascinada.
Cada uma das suas cores era uma expressão tua.
Felizes como crianças, riamos a cada giro do papagaio.
Corremos pela praia e puxámos o cordel.
E ele rodopiava lá no alto, o papagaio de papel.
Trazia a mensagem que me querias dar!
E, eu, não tardei a perceber...
Caiu nas águas do mar e desfez-se o coração...
Porque ele pertencia ao papagaio de papel!...
(alice ferreira, 14/04/2015)
(imagem da net)
(imagem da net)
Tuesday, April 5, 2016
OLHAR VENDADO
Sei, que te encontro depois daquela curva da estrada.
Sei, que não reparas na figura... que sou eu...
Olhar no vazio, é o meu, não o teu.
Olhar vendado, para não te ver...
Olhar desesperado, lacrimejado, marcado de tanta dor...
Os dias passam, e a venda é cada vez maior...
Os dias passam, e afundo-me num mar sem fundo.
Olhar vendado, para não te ver...
Sei que te encontro, depois da curva da estrada...
Mas, serei livre, para tudo fazer!
(alice ferreira, 05/04/2016)
(imagem da net)
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